Fobia Social – Fisiologia

Fobia Social – Fisiologia
Vamos entender melhor a Fisiologia da Fobia Social

O cérebro representa cada uma de suas emoções, e isso é medido através de neurotransmissores como a serotonina, noradrenalina e dopamina, por exemplo.

A fisiologia do medo tem origem nas Amigdalas (não aquelas da garganta). As amigdalas têm a forma de pequenas amêndoas e ficam na região perto das têmporas. São elas que identificam qualquer coisa, uma situação, um objeto ou animal com o qual você deve ter cuidado. As amigdalas enviam ao hipotálamo um sinal para produção daqueles neurotransmissores que falei no início, e a partir disso, você começa a sentir em seu corpo, em seu organismo, todas as reações que te deixam em estado de alerta para atacar ou fugir diante da situação.Amigdala Fobia Social

As amigdalas fazem parte da estrutura cerebral da maioria dos animais. São elas que fazem com que um animal reconheça o perigo e fujam de seu predador.

A diferença entre nós e os outros animais é que somos os únicos capazes de sentir medo do medo. Isso se dá porque somos capazes de “imaginar”, e segundo Einstein, “A imaginação é mais forte que o conhecimento”.

Boa parte dos medos que experimentamos no dia-a-dia faz parte dos grupos mais comuns de fobia, chamadas “Fobias Sociais”, que de forma simplificada é o medo de outras pessoas.

A pessoa que sofre com fobia social encontra dificuldade de se relacionar.

Ela não consegue olhar nos olhos de outra pessoa. Namorar é quase impossível! Conversar naturalmente com colegas de trabalho não é fácil, com seus superiores então… nem me diga! Evite pedir a uma pessoa que sofre com isso para falar em público ou para apresentar ideias ou sugestões em reuniões de trabalho.

O medo do julgamento dos outros é uma das características mais fortes desse tipo de fobia. “O que vão dizer de mim?”, “Como vão me ver?”, essas são algumas perguntas que ocorrem na mente de um fóbico social.

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Frequentemente, pessoas com essa fobia são perfeccionistas

E como é praticamente impossível agradar a todo mundo, elas preferem se calar. Assim, não expõe suas opiniões em público, não se apresentam, não discordam das ideias de outras pessoas, e isso acaba prejudicando seu desenvolvimento profissional, por vezes até comprometendo a sua carreira.

O medo de errar paralisa muitas pessoas, principalmente os adultos, que já vem desenvolvendo e alimentando crenças limitantes a seu próprio respeito. Ao contrário, crianças e adolescentes, ao fracassarem pela primeira vez, tentam novamente sem fazer dramas, e assim se desenvolvem incrivelmente rápido. Lembre-se de quando você começou a andar por exemplo. Já pessoas mais velhas se travam, se inibem diante da autocrítica, como se tivessem a obrigação de fazer tudo sempre certo!

Se você já recusou algum trabalho, algum desafio, mesmo tendo capacidade de desenvolvê-lo, você sabe do que é que eu estou falando. Essa vigília excessiva limita a vida!

E muita gente acredita que os traumas têm forte influência no desenvolvimento das fobias, mas isso não costuma ser verdade.

De acordo com especialistas

Apenas 20% dos casos de fobia possuem algum trauma que os justifique. Contudo, existem pessoas que defendem a tese de que o trauma é a primeira manifestação de fobia.

Há ainda quem diga que fatores genéticos têm sua importância no caso das fobias sociais, mas isso não é assim tão relevante.

Em fobias específicas, como medo de sangue, de animais, de agulha, por exemplo, identifica-se histórico familiar em 70% dos casos, o que pode significar que a pessoa, normalmente ainda quando criança, percebe o pavor dos pais ou de pessoas mais próximas com quem convive e incorpora isso em seu subconsciente, acontecendo o que chamamos de “transferência”.

Contudo, no que se refere a fobias sociais, poucos são os casos de traumas anteriores.

Existem basicamente três fatores, que são os mais associados à fobia social:

1-     Fatores ambientais. Podemos tomar como exemplo o caso de uma criança que foi isolada durante a infância ou que teve alguma doença grave que a afastasse dos outros.

2-     Fatores educacionais. Quando pais educam seus filhos com excessiva preocupação a respeito do que vão pensar ou dizer a respeito do comportamento deles.

3-      Fator de modelagem. Quando os pais têm algum tipo de fobia social e a criança aprende a se comportar da mesma maneira, modelando os pais ou pessoas mais próximas.

É obvio que profissionalmente existem diversos prejuízos para quem sofre com fobia social, mas isso não para por aí. Normalmente quem sofre com fobia social cuida demasiadamente de cada detalhe do seu trabalho. Faz revisão do que foi feito várias vezes, e sempre analisa os prós e os contras. Com tanto cuidado, as chances são de que tudo aconteça exatamente como o planejado. A possibilidade de erro é muito pequena. Só que o fóbico social costuma não ter coragem para dar o ponta pé inicial. Ele guarda ideias que poderiam ser a solução para a empresa onde trabalham e para sua própria vida. Ideias engavetadas não transformam vidas!

Alguns especialistas dizem que a melhor maneira de vencer o medo é enfrentando-o, por mais que isso possa parecer ruim. Outros preferem dizer que o melhor é corrigir os condicionamentos que levam a pessoa a reagir com grande medo diante de determinados estímulos, pessoas, objetos, animais, etc.

Por exemplo:

A pessoa que tem medo de falar em público, normalmente tem em seu subconsciente imagens que associam “exposição pública” com “fracasso”, “vaias”, etc. Dessa maneira, sempre que se imagina falando diante de pessoas, experimenta (por causa da sua imaginação) sensações bastante incômodas. Então fica claro que o que essa pessoa evita é a sensação desagradável, não o público. O problema não é o que normalmente é dito, percebe isso?

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